“O Inferno na Terra”. Veja com exclusividade

Há 7 anos, a Síria se tornou o inferno na Terra.

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Aviões russos estão matando crianças na Síria enquanto o mundo se prepara para aplaudir a Rússia na Copa do Mundo. O governo britânico já anunciou um boicote, e se conseguirmos que mais líderes se recusem a comparecer na #copadavergonha caso Putin não pare os bombardeios, poderemos finalmente frear esse inferno na Terra.

O extermínio conduzido pelo Presidente Assad em seu próprio povo é frio e calculista: ele cerca as cidades para que civis não possam escapar, corta acesso à comida e remédios, e joga bombas — inclusive armas químicas — sobre famílias desesperadas. Já são 400 mil mortos — e sua nova ofensiva em Ghouta Oriental continua!

O motivo pelo qual Assad consegue continuar com esse horror tem nome: Rússia. Mas há uma coisa que importa mais para a Rússia do que a Síria: salvar sua Copa do Mundo.

A primeira-ministra britânica declarou que seus ministros não vão comparecer, e Austrália, Japão e Polônia estão prestes a fazer o mesmo. Neymar já se manifestou pelas crianças sírias. Se conseguirmos que nosso governo e jogadores se oponham à #copadavergonha, a Rússia pode finalmente ser forçada a parar os bombardeios.

Não se trata de um boicote — vários países que respeitam os Direitos Humanos estão dispostos a realizar a Copa. Mudar o país-sede pode ajudar a enfrentar a corrupção sistêmica da FIFA que, inclusive, foi acusada de receber propina do governo russo para sediar os jogos este ano!

A Rússia vetou todos as medidas que visavam acabar com a carnificina na Síria, ignorando sanções e violando acordos da ONU. Mas a Copa do Mundo poderá finalmente nos dar uma chance. Desde que o governo britânico anunciou que não vai comparecer, a pressão está aumentando a cada minuto — e podemos conseguir que outros governos sigam o exemplo.

Muitas seleções e governos estão desconfortáveis por parecer que ao participarem da Copa do Mundo, toleram a violência promovida pela Rússia. Esse é um apelo para que se posicionem publicamente e defendam o básico da humanidade. Se reunirmos assinaturas suficientes, podemos convencer nosso governo e a famosa Seleção Canarinho a se juntarem ao apelo — eles realmente têm o poder de fazer isso acontecer.

Nós já fizemos isso antes — quando o Bahrein reprimiu violentamente manifestantes, a Avaaz montou uma enorme campanha, causou um frenesi na imprensa, o legendário piloto Damon Hill se manifestou publicamente, e o campeonato de Fórmula 1 foi cancelado.

Alguns dizem que não deveríamos misturar esporte com esse horror. Mas o esporte é um espaço para a paz e para o bem, e não deveria ser usado para aplaudir criminosos de guerra. Vamos nos unir para mostrar que não vamos encher estádios russos enquanto sua Força Aérea bombardeia bebês sírios e os faz morrer de fome.